Em 1854, a fotografia já era conhecida no Rio Grande do Sul. Desde o final da década de 1840, fotógrafos atendiam de forma temporária em Porto Alegre, Rio Grande e Pelotas.
Fredricks realizou o primeiro atendimento comercial conhecido no Rio Grande do Sul, em 1848. Terragno iniciou uma atividade mais estável em Porto Alegre, mas a atuação de fotógrafos itinerantes continuou.[25]
Este artigo apresenta a formação de ateliês, a ampliação do mercado de retratos, os registros relacionados à Guerra do Paraguai e a documentação fotográfica de Porto Alegre.
Sumário
De serviço itinerante a endereço conhecido
Em 1854, Terragno e o pintor Bernardo Grasselli se estabeleceram na Rua do Rosário, esquina com a Rua da Alegria. A sociedade foi anunciada em O Mercantil de 8 de abril e durou cerca de um ano. A associação com um pintor era comum na elaboração de cenários, nos retoques e na coloração das fotografias.[25]
Em 1855, Terragno já atendia na Rua de Bragança, número 208. Vendia retratos, medalhas, alfinetes e caixas. Em 1860, voltou ao endereço da Rua do Rosário. Oferecia ambrótipos, cartes-de-visite, diferentes acabamentos, máquinas fotográficas e aulas.[25]
O fotógrafo não permaneceu sempre no mesmo local. Trabalhou em Rio Grande e Pelotas e mudou seu endereço em Porto Alegre. Em 1863, provavelmente estava na Rua Clara, número 33. Em 1868, abriu um estabelecimento na Rua da Ponte, número 237. Dois anos depois, mantinha uma filial na Rua dos Andradas, número 433.[25]
Essas mudanças de endereço não impediram que o fotógrafo continuasse o trabalho. Terragno permaneceu conhecido em Porto Alegre e participou de exposições. Recebeu menção honrosa na Exposição Nacional de 1866. Em 1875, apresentou fotografias do Mercado Público e da estação de bondes, retratos em carte-de-visite e um fixador à base de mandioca.[25]
Da chapa única às cópias em papel
O daguerreótipo registrava a imagem diretamente em uma placa metálica prateada e cada retrato era único. O ambrótipo também era entregue como peça única, embora a imagem fosse formada em vidro e vista sobre um fundo escuro.[15]
O negativo de vidro ao colódio úmido permitiu outro tipo de produção. A mesma chapa podia gerar várias cópias em papel albuminado e permanecer guardada no ateliê para futuras encomendas. O trabalho exigia rapidez, pois a chapa precisava ser preparada, exposta e revelada antes de secar.[3][15]
Foi nesse sistema que se difundiu a carte-de-visite, um pequeno retrato colado sobre cartão. As cópias podiam ser entregues a parentes e amigos ou reunidas em álbuns. A fotografia ainda custava caro para parte da população, mas os retratos passaram a circular mais.[3]
Os anúncios não explicavam todos esses processos com precisão. Terragno usava nomes como “eletrótipo”, “alabastrino”, “luz tangente” e “non pareil” para divulgar seus serviços.[25]
Rio Grande e os estabelecimentos duradouros
Rio Grande continuou recebendo fotógrafos de passagem. A diferença é que alguns começaram a ficar por mais tempo, retornar à cidade ou manter endereços conhecidos. Os anúncios mostram esse movimento.[14]
Em 1857, Dolger & Schmidt abriram um estabelecimento em sociedade. Eduardo Timoleon Zalony trabalhou com fotografia, pintura e ensino de desenho. Justiniano José de Barros também passou pela cidade e ficou conhecido pelos retratos de militares.[8][14]
Thomaz King mantinha um ateliê na Rua da Praia, número 75, em 1864. Ele e o irmão John fizeram retratos e vistas do porto. Em 1866, Thomaz recebeu o título de Fotógrafo da Casa Imperial. A distinção também era usada para divulgar o estabelecimento.[7][14]
Walter Bradley, em 1867, abriu a Fotografia Americana na Rua Pedro II, número 60. Oferecia retratos com diferentes acabamentos e, em 1872, anunciou máquinas próprias para fotografar crianças e grupos. Seu último anúncio localizado é de 1874.[14]
A cidade recebeu outros estabelecimentos na década de 1870. Santiago Castro e Guilherme Litran abriram um ateliê em 1873. Jean Georges Renouleau trabalhou no mesmo ano, vendendo fotografias, equipamentos, molduras e álbuns. John King anunciou seus serviços em 1874 e Augusto Amoretty abriu um ateliê em 1875.[14]
A itinerância continuou, assim como as mudanças de endereço e de sociedade. Mas Rio Grande já sustentava fotógrafos por vários anos.
A fotografia na Guerra do Paraguai e na visita de D. Pedro II
D. Pedro II veio ao Rio Grande do Sul em 1865, depois que tropas paraguaias invadiram o estado e ocuparam Uruguaiana. Durante a viagem, Terragno fotografou o imperador, o Conde d’Eu e o Duque de Saxe. Um dos retratos de D. Pedro II está preservado na Biblioteca Nacional.[12][17]
O Conde d’Eu anotou em seu diário que, em 8 de agosto, um fotógrafo italiano de Porto Alegre pediu que ele posasse de poncho e chapéu mole. O registro confirma a sessão e mostra como o retrato foi pensado. A roupa ligava a imagem ao lugar visitado, mas se tratava de uma fotografia feita em ateliê, não um registro do conflito.[10]
A Biblioteca Nacional atribui a Terragno retratos de prisioneiros paraguaios produzidos em Porto Alegre entre 1865 e 1867, entre eles os de Gabino Flores e de Antonio Gomes.
Uma inscrição associada ao retrato de Antonio Gomes informa que ele foi fotografado em Porto Alegre, em 27 de abril de 1867. André Toral observa que retratos de prisioneiros paraguaios foram produzidos por diferentes profissionais, muitos deles não identificados. Por isso, a autoria de Terragno deve ser apresentada como atribuição do catálogo para essas fotografias específicas, e não estendida automaticamente a toda a série de retratos de prisioneiros.[11][24]
A Biblioteca Nacional atribui a Terragno Cemitério brasileiro em N. S. do Bom Fim na República do Paraguai, de 1869. A fotografia integra o álbum Excursão ao Paraguay.[9]
O estúdio uruguaio Bate & Cia. enviou Javier López à frente de batalha. Entre junho e setembro de 1866, ele fotografou militares, prisioneiros, acampamentos, trincheiras, edifícios e cadáveres. O Centro de Fotografía de Montevideo considera o conjunto o primeiro grande trabalho de reportagem fotográfica de guerra realizado na América do Sul.[27]
Em Batalla del 18 de Julio, López fotografou a artilharia do Exército aliado diante das linhas de Boquerón, em 18 de julho de 1866, antes do confronto. Em Paso de la Patria: iglesia, hoy hospital de sangre, registrou uma igreja utilizada como hospital e o acampamento montado para atender os feridos.[27]
Essas fotografias foram realizadas no campo de operações, mas não mostram o combate em andamento. O colódio úmido exigia a preparação e a revelação das chapas no local, enquanto os longos tempos de exposição dificultavam o registro do movimento. As pessoas precisavam permanecer paradas e muitas cenas eram organizadas diante da câmera.[27]
Thomaz e John King produziram retratos e imagens do porto de Rio Grande, além de trabalhos relacionados à Guerra do Paraguai. Justiniano José de Barros ficou conhecido principalmente por retratos de militares ligados ao conflito.[8][14][26]
Retratos, embarques de tropas, acampamentos, campos de operações e gravuras produzidas a partir de fotografias ampliaram a memória visual da guerra. Algumas imagens foram realizadas no próprio campo de batalha e registraram seus preparativos ou suas consequências, embora as limitações técnicas ainda dificultassem fotografar o combate enquanto acontecia.[2][14][24][27]
Nos casos gaúchos examinados para este artigo, não foi localizada documentação que indique uso da fotografia nas investigações. Os crimes da Rua do Arvoredo, o assassinato de Ana Ferreira Maciel e o conflito Mucker foram investigados por meio de depoimentos, exames, buscas e apreensões. Também não foram encontradas fotografias contemporâneas dos acusados, das vítimas, dos cadáveres, dos locais ou dos vestígios desses casos.[5][13][16]
A ausência de registros localizados não permite afirmar que nenhuma fotografia tenha sido produzida. Indica, porém, que seu uso ainda não aparece como procedimento documentado e regular da polícia, da Justiça ou da atividade médico-legal no Rio Grande do Sul durante o período pesquisado.

Pelotas: Lhullier, Amoretty e a venda de um ateliê
Baptiste Hubert Lhullier trabalhou em Bagé antes de se estabelecer em Pelotas. Em 1875, seu ateliê funcionava na Rua Sete de Setembro, número 61.[22][23]
No ano seguinte, Augusto Amoretty comprou o estabelecimento e passou a anunciá-lo como Nova Photographia. Havia espaço de atendimento, equipamentos, materiais, cenários e instalações para preparar e revelar as imagens.[6][22]
Lhullier continuou trabalhando em outros locais. Os retratos dos dois fotógrafos circularam entre cidades, principalmente em formato carte-de-visite.[22][23]
Esse movimento coincide com o início da imigração italiana para o estado, em 1875. Terragno e Grasselli, porém, já trabalhavam no Rio Grande do Sul desde a década de 1850. A imigração alemã começou em 1824, com a formação da Colônia de São Leopoldo. Essas populações também integraram o mercado de retratos que se formava no estado.[19][20]
A fotografia como negócio urbano
Os anúncios mostram que o fotógrafo já não vendia apenas retratos. Havia endereço, horário de atendimento, diferentes formatos, molduras, álbuns, retoques e pintura. Sociedades eram abertas e encerradas, enquanto equipamentos e até estabelecimentos completos mudavam de proprietário.[14][22][25]
O ateliê reunia a maioria das etapas do trabalho. Ali eram preparados e revelados os negativos, produzidas as cópias e feitos os acabamentos.[3][15][22]
Alguns fotógrafos também ensinavam e vendiam materiais. Terragno dava aulas e comercializava máquinas. Renouleau oferecia equipamentos, molduras e álbuns. Os nomes apresentados como novos “sistemas” ajudavam a diferenciar um estabelecimento do outro.[14][25]
Nesse período, as cidades ganharam novos equipamentos. O Mercado Público de Porto Alegre foi inaugurado em 1869. A Carris foi criada em 1872 e começou a operar no ano seguinte. Em 1873, foi fundada a Fábrica Rheingantz em Rio Grande. Terragno fotografou o Mercado Público e a estação dos bondes e apresentou essas imagens na Exposição Nacional de 1875. O trabalho saiu do ateliê e passou a incluir as mudanças da cidade.[1][18][21][25]
A consolidação da fotografia no Rio Grande do Sul: o álbum de 1877
Em 1877, Terragno anunciou um álbum com vinte vistas de Porto Alegre. Segundo Miguel Antônio de Oliveira Duarte, citado por Arnoldo Walter Doberstein, as imagens foram produzidas em papel albuminado e mediam aproximadamente 15,5 × 21 centímetros.[4]
Terragno já havia fotografado Porto Alegre a partir de pontos elevados. Com autorização do bispo, subiu à torre da antiga Igreja Matriz e produziu panorâmicas da Praça da Matriz e de seus arredores. Também são conhecidas fotografias suas de edifícios, praças, do Mercado Público e de outros espaços da capital.[4][25]
As vinte fotografias que formavam o álbum de 1877 não foram individualmente identificadas no conjunto digital consultado. Por isso, vistas de Terragno datadas aproximadamente de 1865 ou 1870 não devem ser descritas automaticamente como integrantes daquele álbum.
A produção do álbum demonstra uma mudança importante. A fotografia já não atendia somente ao mercado de retratos. A cidade, seus edifícios e suas transformações também passavam a ser documentados pela fotografia.
Em pouco mais de duas décadas, a fotografia passou a contar com ateliês mais estáveis, cópias em papel e um mercado regular de retratos. Também registrava autoridades, militares, campos de operações, acontecimentos públicos e espaços urbanos.
Seu emprego como procedimento regular em investigações policiais, processos judiciais e exames médico-legais ainda não aparece na documentação gaúcha consultada, tema de um próximo artigo.
Referências e fontes consultadas
[1] COMPANHIA CARRIS PORTO-ALEGRENSE. “Histórico: de 1872 a 1908”. https://www.carris.com.br/historico
[2] COSTA, Ialê Menezes Leite. A fotografia no Brasil Império: fotografias de Luiz Terragno e Carlos César na Guerra do Paraguai. Dissertação (Mestrado em História), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009. https://lume.ufrgs.br/handle/10183/21351
[3] DIAS, Katia Helena Rodrigues; ELTZ, Amanda Mensch; SILVEIRA, Laiana Pereira da. “Fotografias como representação sociocultural: as cartes-de-visite como fragmentos e vestígios do tempo”. Projeto História, v. 80, p. 162–191, 2024. https://doi.org/10.23925/2176-2767.2024v80p162-191
[4] DOBERSTEIN, Arnoldo Walter. “Porto Alegre, 1877: um álbum de Luiz Terragno com imagens panorâmicas da cidade”. Matinal Jornalismo, 15 ago. 2025. https://www.matinaljornalismo.com.br/parentese/memoria/porto-alegre-1877-um-album-de-luiz-terragno-com-imagens-panoramicas-da-cidade/
[5] ELMIR, Cláudio Pereira. “Uma história a procura de seu motivo: ensaio de método (os crimes da Rua do Arvoredo, Porto Alegre, 1863–1864)”. História Unisinos, v. 9, n. 3, p. 246–251, set./dez. 2005. https://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/6435
[6] ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. “Augusto Amoretty”. São Paulo: Itaú Cultural, [s.d.]. https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/6335-augusto-amoretty
[7] ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. “John King”. São Paulo: Itaú Cultural, [s.d.]. https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/6361-john-king
[8] ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. “Justiniano José de Barros”. São Paulo: Itaú Cultural, [s.d.]. https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/6368-justiniano-jose-de-barros
[9] FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. “[Cemitério brasileiro em N. S. do Bom Fim na República do Paraguai]”. Atribuído no catálogo a Luiz Terragno, [1869]. Brasiliana Fotográfica. https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11181
[10] FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. “D. Pedro II e a fotografia no Brasil”. Brasiliana Fotográfica. https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=8034
[11] FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. “Gabino Flores”. Atribuído no catálogo a Luiz Terragno, [1865–1867]. Brasiliana Fotográfica. https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/11187
[12] FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. “[Pedro II, Imperador do Brasil: retrato]”. Luiz Terragno, 1865. Brasiliana Fotográfica. https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/3983
[13] GEVEHR, Daniel Luciano; SILVA, Caroline Bilhar da; GARCIA, Gabriele Alves. “Os lugares de memória dos movimentos sociorreligiosos do Contestado (SC) e dos Mucker (RS)”. Desenvolvimento Regional em Debate, v. 13, p. 551–588, 2023. https://www.periodicos.unc.br/index.php/drd/article/view/4747/2082
[14] LENZI, Teresa; MENESTRINO, Flávia. “Pioneiros da fotografia em Rio Grande: indícios de passagens e permanências”. Memória em Rede, v. 2, n. 5, 2011. https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/Memoria/article/view/9531
[15] LIBRARY OF CONGRESS. “Civil War Photographs: New Technologies and New Uses”. https://www.loc.gov/classroom-materials/civil-war-photographs-new-technologies-and-new-uses/
[16] MOREIRA, Paulo Roberto Staudt. “O preto feiticeiro Sete Cabeças: a circularidade de crenças e religiosidades na sociedade escravista do XIX”. Fronteiras: Revista Catarinense de História, n. 28, p. 14–33, 2016. https://doi.org/10.36661/2238-9717.2016n28.8015
[17] MOTA, Júlia Gomes. Um monarca cruza os pagos: a viagem de Dom Pedro II ao Rio Grande do Sul em 1865 e seus impactos políticos. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013. Orientador: Eduardo Santos Neumann. https://lume.ufrgs.br/handle/10183/90300
[18] PORTO ALEGRE. “Mercado Público comemora 155 anos”. Prefeitura de Porto Alegre. https://prefeitura.poa.br/smap/noticias/mercado-publico-comemora-155-anos
[19] RIO GRANDE DO SUL. “150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul”. https://www.rs.gov.br/carta-de-servicos/servicos?servico=2399
[20] SÃO LEOPOLDO. “São Leopoldo 200 anos: bicentenário da imigração alemã no Brasil”. https://www.saoleopoldo.rs.gov.br/conteudo/5013/1/1243?titulo=S%C3%83O+LEOPOLDO+200+ANOS
[21] SCHIAVON, Carmem Gessilda Burgert. “A estrutura da Fábrica Rheingantz a partir do espaço arquitetônico”. Historiæ, Universidade Federal do Rio Grande. https://periodicos.furg.br/hist/article/download/5583/3494/15858
[22] SOARES, Taís Castro. Memória da fotografia em Pelotas/RS na produção dos ateliês de Lhullier e Amoretty (1876–1906). Dissertação (Mestrado em Memória Social e Patrimônio Cultural), Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2009. https://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/123456789/221
[23] SOARES, Taís Castro. “Memória da fotografia em Pelotas/RS na produção dos ateliês de Lhullier e Amoretty”. Memória em Rede, 2009. https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/Memoria/article/view/9572
[24] TORAL, André. “Entre retratos e cadáveres: a fotografia na Guerra do Paraguai”. Revista Brasileira de História, v. 19, n. 38, 1999. https://www.scielo.br/j/rbh/a/Cqb8HxV6pcyn8QxvGrtGnzw/
[25] WANDERLEY, Andrea C. T. “Cronologia de Luis Terragno (c. 1831–1891)”. Brasiliana Fotográfica, 2 dez. 2022. Atualizado em 31 out. 2025. https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=29145
[26] WANDERLEY, Andrea C. T. “Dom Pedro II fotografado pelo italiano Luis Terragno (c. 1831–1891), fotógrafo da Casa Imperial”. Brasiliana Fotográfica, 2 dez. 2022. Atualizado em 31 out. 2025. https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=28879
[27] CENTRO DE FOTOGRAFÍA DE MONTEVIDEO. “La Guerra contra Paraguay”. Montevideo: Intendencia de Montevideo, 2012. https://cdf.montevideo.gub.uy/exposicion/la-guerra-contra-paraguay
